Mais ou menos 29 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha: depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela.
Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exacto, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma deusa…
A aeronave levanta voo, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um livro com muita atenção. Quinze minutos depois o cavalheiro não se contém:
- É a primeira vez que vai a New York?
Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:
- Não, é uma viagem habitual…
Ele, agora animado:
- Trabalha com moda, por acaso?
- Não, viajo em função das minhas pesquisas…
- Desculpe-me a curiosidade, é escritora?
- Não, sou sexóloga.
- Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?
Ela, tranquila e sempre com a mesma voz de veludo:
- De momento dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.
- E nas suas pesquisas, a que conclusão já chegou?
- Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e em contrapartida, os árabes são os que permanecem mais tempo no coito antes de entrarem em gozo. Logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso… Oh! Desculpe, eu estou para aqui a falar e nem sei o seu nome…
- Mohamed Pataxó, às suas ordens!
Fonte: Pavablog.
Publicado em Humor
Este é o blogue pessoal de Brissos Lino.
O "Ovelha Perdida" constitui uma reflexão sobre a vida nas suas diferentes dimensões.
A Arte, o Belo, as ciências e os saberes têm aqui tanto cabimento como o humor, o desporto, a crítica social, a política, ou a espiritualidade. Sobretudo muita poesia.
É um blog sobre a Vida, sem preconceitos, vista nas suas dimensões pessoais e comunitárias, através dos olhos de um cristão inconformado, que é o que sou.
Como dizia Diderot, "a ignorância não fica tão distante da verdade quanto o preconceito".











