O “Ovelha Perdida” aceita colaborações de qualquer pessoa, desde que se enquadrem na filosofia do blog, que está expressa no pequeno texto que encima a barra lateral.
Fotografias, cartoons, textos, pensamentos, citações de livros, ligações a sítios interessantes, poemas ou vídeos, tudo pode vir a ser publicado, desde que tenha sentido e interesse.
Qualquer matéria imprópria, de inspiração racista, xenófoba ou ofensiva será descartada de imediato.
O "Ovelha Perdida", blogue pessoal de Brissos Lino, constitui uma reflexão sobre a vida.
A Arte, o Belo, as ciências e os saberes têm aqui tanto cabimento como o humor, o desporto, a crítica social, a política, ou a espiritualidade. Sobretudo muita poesia.
É um blog sobre a Vida, sem preconceitos, vista nas suas dimensões pessoais e comunitárias, através dos olhos de um cristão inconformado.


















O meu blog é um blog cristão de reflexões. Eu gostaria de publicar alguns textos do meu blog: http://cristianismoagora.blogspot.com como colaboração ser for possível, e desta forma também divulgar o meu blog.
Por: Geovani Figueiredo dos Santos em Setembro 5, 2007
às 7:42 pm
Com todo o prazer.
Por: A ovelha perdida em Setembro 5, 2007
às 9:01 pm
Oh que simpático!
Gostei de conhecer o seu blog.
Aquela ideia do cristianismo prático, é uma boa ideia…
E eu tenho uma ideia a esse respeito… Estou a estudar para depois poder talvez conseguir defeni-la bem e avançar com a ideia, que pô-la em prática só poderá ser em conjunto com outros. Com muitas ovelhas perdidas! :) ))
Cumprimentos
Por: Terpsichore E.M. em Setembro 26, 2007
às 6:14 am
Meu velho companheiro,
Já havia visitado este Blog utilíssimo a propósito do poema “Notas à margem do Salmo XXIII”, que tiveste a gentileza de transcrever. Regresso sempre que me ocorre.
Deixo-te um recado: publiquei teu poema “Uma nuvem em Tróia”, muito belo, no http://www.papeisnagaveta.blogspot.com.
Deixo-te, agora e aqui mesmo, um texto poético recente:
VILEGIATURA
Esperamos para atravessar a multidão
na praia, para atravessarmos braços
pernas fotográficas, seios
erguidos pelo fogo da beleza
para passar sobre castelos
de areia, e o ar
não suporta nosso corpo
nós caímos no mar
logo estaremos a andar através do Atlântico.
João Tomaz Parreira
Um grande abraço
Por: JTParreira em Novembro 21, 2007
às 5:43 pm
Caríssimo João,
Publico amanhã o teu poema.
Grande abraço
Brissos
Por: A ovelha perdida em Novembro 22, 2007
às 2:15 pm
Caro Brissos, já fiz os links para A Ovelha Perdida. Queres sff rectificar o endereço do Papéis na Gaveta? é que por lapso coloquei um . no final do com É assim: http://www.papeisnagaveta.blogspot.com
Qual o email para te enviar colaborações(poemas), para não estar a ocupar este espaço dos comentários?
Um grande abraço
João
Por: JTParreira em Novembro 24, 2007
às 2:44 pm
Prezado amigo
A internet é considerada uma zona livre sem fronteiras, é muito agradavél navegarmos nesse universo de informações e encontrarmos informações saudaveis ao nosso espirito.
O que poderia ofertar-lhe alem de meus sinceros votos de prosperidade.
Abraço fraterno
Walter Labba
Por: Walter Labba em Dezembro 20, 2007
às 1:14 pm
Obrigado pelo estímulo.
O meu abraço.
Brissos Lino
Por: A ovelha perdida em Dezembro 20, 2007
às 1:55 pm
Neste blog também existem links interessantes sobre o tema:
http://linksinteressantes.blogspot.com/
Por: MM em Janeiro 17, 2008
às 4:15 pm
HELLOOOOOOO, much I’m trying to develop a blog newspaper in which the articles are written by blogger WordPress (or to limit if you do not have time can I you myself when an article by your blog and they to your blog…).
The blog newspaper was born with the intention to give greater visibility to your blog and the people who search the Web to find articles of greater quality in a single place (having regard to the thousands of blog born every day…). If you go exchange links with blog newspaper contact me as well. I thank you advance and to http://www.giornale.fm soon
Por: Giornale Wordpress em Fevereiro 6, 2008
às 9:20 pm
Amado, publiquei três poemas teus no Poesia Evangélica. Siga o link:
http://www.poesiaevanglica.blogspot.com
Um fraterno abraço do irmão e conservo
Sammis Reachers
Por: Sammis Reachers em Fevereiro 11, 2008
às 3:19 pm
Publique à vontade todos os meus poemas que quiser (mencionando a fonte, como fez), e obrigado pela divulgação.
Abraço fraternal.
Brissos Lino
Por: A ovelha perdida em Fevereiro 11, 2008
às 4:26 pm
Amigo Lino,
acredito que posso te chamar assim, afinal amizade é nosso última rendição, dos sentimentos, talvez, o de maior apreço.
Encontrei teu blog visitando uma amiga que temos em comum, Verônica de Nazaréth, não disse a ela que viria aqui e, tampouco, pedi licença, se for intromissão minha, perdoe-me.
Teu blog está entre os cinco melhores blogues que já visitei, quanto conteúdo, quanta beleza estética…rico e simples, coisa rara de se ver neste mundo virtual.
Comecei a ler e me encantei. É desses espaços que temos vontade de participar… se percebe que vale a pena estar aqui.
Deixo aqui um de meus escritos…
“ter pertença”
um dia, a conversarem comigo
sobre coisas miúdas,
(estas coisas ajuntadas no momento)
me disseram que eu tinha pertença
por coisas simples.
eu nunca pensei na palavra pertença
deste modo…
as palavras têm caras diferentes,
para quem fala e para quem as escuta.
(é preciso ter cuidado com elas!)
“ter pertença” explica para mim
muitas coisas que não tinham palavras
para serem ditas.
ter pertença,
pertencer,
sem saber… pertencer.
estar envolvido,
comprometido,
ser,
ter…
é querer a responsabilidade do mimo,
do trato,
da comoção.
sentir a mesma dor,
sentir o mesmo amor
e chorar a angústia e a alegria.
“ter pertença” ao chão,
à chuva,
as coisas carregadas pela chuva,
à noite,
ao choro,
ao sorriso,
à compreensão, mesmo desatinada,
ao senso relativo e imparcial,
à humildade de saber que, no fim,
todos serão iguais aos passos lentos
daquele que não pode mais
o voo de garça ou ao passo rápido,
que no caminho alcançou e carregou
aquele que só podia admirar o horizonte.
ter pertença é cuidar do pertencido
como se cuida de um pássaro na palma da mão.
(querê-lo preso,
mas ter as mãos abertas permitindo a viagem…)
é este amar profundamente com os olhos,
emocionar-se com as pequenas e grandes coisas,
com a imagem daquele que chora
com os filhos nos braços,
daquele que traz no rosto a agonia do percurso,
daquele que, mesmo sendo nada,
se joga no combate,
daquele que aceita o desígnio,
o julgo e segue ao cadafalso.
ter pertença…
amar, simplesmente, por amar
(sentir no coração a humanidade).
daufen bach.
(um grande abraço a ti).
Por: daufen bach. em Março 26, 2009
às 11:48 pm
Obrigado pelas palavras de apreciação. Acabei de publicar o teu poema no “Ovelha”.
Abraço
bl
Por: A Ovelha Perdida em Março 27, 2009
às 8:41 am
Parabéns Brissos. Está extraordinário mesmo.
Um abração enorme.
Por: Fernando C. da Silva em Agosto 23, 2009
às 6:14 pm
Obrigado, amigo.
Por: A Ovelha Perdida em Agosto 23, 2009
às 6:33 pm
Brissos,
Um poema sobre temática mmmééé, cujo sujeito poético é uma ovelha… perdida. Surgiu-me a ideia ao responder ao comentário do João Tomaz aqui sobre o “Escudo da fé”.
Para publicares, se assim o entenderes.
Abraço
Rui
PASSOS
Provérbios 20:24 “os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; o homem, pois, como entenderá o seu caminho?”
nem sempre sou confortado pela vara e pelo cajado
olho em redor
em vão
não estás.
o pastor toca com a vara e empurra a ovelha
gentilmente
na direcção que ele requer
assim me guias ou guiavas,
ou pensavas que me guiavas
mas deixei de ver
a brilhar nas sombras
ou descansando sob uma árvore
enquanto eu me regalava no verde
mas o pastor nem sempre está
as nuvens negras cobrem-no
com o aguaceiro e a trovoada
certamente não virá
a buscar a ovelha perdida
e só
a apreensão engole-me
com dentes e uivo de lobo
até que me lembrei de algo que li:
entenderá o homem o seu caminho?
é o Senhor quem dirige os seus passos
mesmo na ignorância do homem
eis que o pastor
contra a mente turvada da ovelha
dispôs no chão uns marcos umas pedrinhas
regularmente
numa certa direcção
como as contas do colar de Ariadne
ensinam os passos à ovelha
para a liberdade do labirinto
e do vale da sombra do Minotauro
Herserange 13/10/09
Por: ruimiduarte em Outubro 13, 2009
às 10:46 pm
Réquiem sob os céus
Aquele cheiro nauseante impregnava o ar
miasmas fétidos de almas mortas jazendo
pelas sendas dos caminhos
Podia ver a dor nos olhos deles e ouvir o som
fúnebre de seus corações
qual réquiem sob os céus
A noite se estendia entre sons e estrondos altissonantes
Os gritos da impiedade ressoam e os tambores cheios de sangue
aguardam o tombar de outros guerreiros
Sórdida sina esta dos homens sem Deus
Todos loucos, desvairados em sádica revolta contra si mesmos
Nesta trágica cena de mórbidos lampejos
Observo silente o desfecho da refrega
Oh! Não sou daqui, sou apenas poeta
Profeta de sonhos e de liças
Num recanto de sonhos e de dores
No mundo sou apenas viajor
Não queiram persistir nesta senda
ou sereis todos de igual modo destruídos
pelos tambores do ódio e da guerra
Dos quais ferozmente já ouço os ruídos
Ante o sol pus a minha tenda
e ao brilho da lua encenei meu lidar
Qual será o último poema deste mundo
Em triste cantar?
Sou apenas poeta e um aprendiz nas veredas do orbe
Perseguindo a cidade celeste
Além das dores e desprazeres daqui.
Por: Geovani Figueiredo dos Santos em Outubro 28, 2009
às 12:39 pm
Irmão Brissos, que a paz de Cristo seja contigo! Tenho lido as poesias postadas no “Ovelha Perdida”. Todas são muito belas e profundas. Este blog tem sido uma grande benção para minha vida, bem como uma utilíssima fonte de cultura e conhecimento. Acima, postei um poema que escrevi recentemente. Espero que goste. Se possível peço-lhe a sua impressão crítica sob o mesmo. Em quais aspectos devo melhorar?
Por: Geovani Figueiredo dos Santos em Outubro 28, 2009
às 12:47 pm
Acho que tem potencial para escrever Poesia, se ler bons poetas.
Por vezes nota-se a preocupação (ou tendência) para querer rimar num poema sem rimas. Não é necessário nem conveniente, visto parecer forçado. Ex:
” (…) e ao brilho da lua encenei meu lidar
Qual será o último poema deste mundo
Em triste cantar?”
Abraço. Continue.
Brissos Lino
Por: A Ovelha Perdida em Outubro 28, 2009
às 1:26 pm
Silente no meu universo envolto
Perfaço a trilha de sonhos dourados
no afã de romper calabouços
e a fúria de sonhos indomados
Sou poeta em um mundo onírico
sigo a trilha de mistérios e odisséias
não sou levado por fátuos panegíricos
mas prossigo ao sabor das epopéias
O sonho é o embalo dos artistas
o doce soneto dos loucos
que mergulha na alma dos contistas
dos quais cada um tem um pouco
Ele é a pena que atiça a inspiração
em voraz e cândido átimo
Eu me solto no vácuo da emoção
e descubro um universo em átomos
Se a trilha é assaz distante
no afã de encontrar verdades
neste mundo sou apenas diletante
dos sonhos que completam a arte…
Por: Geovani Figueiredo dos Santos em Novembro 1, 2009
às 5:16 pm
Irmão Brissos, escrevi este outro poema acima que tem como título Sonhos. O que acha? Gostaria apenas de fazer-lhe uma outra pergunta. Este tipo de poema rimado esta em desuso?
Um grande abraço e fique na paz!
Por: Geovani Figueiredo dos Santos em Novembro 1, 2009
às 5:20 pm
As ovelhas
Seguem-te as tímidas ovelhas
amparadas por seu doce olhar
terno em cuidados
Nos percalços do caminho lá se mostra presto
a socorrer os passos da que manca
Do orvalho guarda seu rebanho
tem coração nobre o generoso zagal
Demonstra denodo ao cuidar das fracas
jamais declina seu olhar de Pai
Se perigos mil na senda espreita
acalenta e livra em assaz manobra
e assim do rebanho não se estriba
em nenhum momento pisca os olhos indolente
O lobo voraz bem perto chega
horror e dor
real tormenta
Mas eis a voz que ecoa e espanta
o vil matreiro ser do mal
Assim dispersa num fragor
os medos latentes de sua grei
e conduz impertérritos ao seu redil
as ovelhas do seu lidar
No aprisco eis unidas
num regaço de ternuras
ali presentes as guardadas
e agora trânquila
a ovelha perdida.
Irmão Brissos,escrevi esta poesia em homenagem ao Ovelha Perdida pelos seus 200.000 acessos. Que pela graça de Deus, outros dobrados 200.000 possam vir. Parábens!
Por: Geovani Figueiredo dos Santos em Novembro 2, 2009
às 1:11 am
Parece-me interessante. A rima está hoje em desuso, se compararmos com o antigamente, mas há formas poéticas que a continuam a usar. O segredo está, a meu ver, em nunca se ficar refém da rima.
Abraço e bênçãos,
bl
Por: A Ovelha Perdida em Novembro 7, 2009
às 10:00 am