Colaborações

O “Ovelha Perdida” aceita colaborações de qualquer pessoa, desde que se enquadrem na filosofia do blog, que está expressa no pequeno texto que encima a barra lateral.

Fotografias, cartoons, textos, pensamentos, citações de livros, ligações a sítios interessantes, poemas ou vídeos, tudo pode vir a ser publicado, desde que tenha sentido e interesse.

Qualquer matéria imprópria, de inspiração racista, xenófoba ou ofensiva será descartada de imediato.

Respostas

  1. O meu blog é um blog cristão de reflexões. Eu gostaria de publicar alguns textos do meu blog: http://cristianismoagora.blogspot.com como colaboração ser for possível, e desta forma também divulgar o meu blog.

  2. Com todo o prazer.

  3. Oh que simpático!
    Gostei de conhecer o seu blog.
    Aquela ideia do cristianismo prático, é uma boa ideia…
    E eu tenho uma ideia a esse respeito… Estou a estudar para depois poder talvez conseguir defeni-la bem e avançar com a ideia, que pô-la em prática só poderá ser em conjunto com outros. Com muitas ovelhas perdidas! :) ))
    Cumprimentos

  4. Meu velho companheiro,
    Já havia visitado este Blog utilíssimo a propósito do poema “Notas à margem do Salmo XXIII”, que tiveste a gentileza de transcrever. Regresso sempre que me ocorre.
    Deixo-te um recado: publiquei teu poema “Uma nuvem em Tróia”, muito belo, no http://www.papeisnagaveta.blogspot.com.
    Deixo-te, agora e aqui mesmo, um texto poético recente:

    VILEGIATURA

    Esperamos para atravessar a multidão
    na praia, para atravessarmos braços
    pernas fotográficas, seios
    erguidos pelo fogo da beleza
    para passar sobre castelos
    de areia, e o ar
    não suporta nosso corpo
    nós caímos no mar
    logo estaremos a andar através do Atlântico.

    João Tomaz Parreira

    Um grande abraço

  5. Caríssimo João,
    Publico amanhã o teu poema.
    Grande abraço

    Brissos

  6. Caro Brissos, já fiz os links para A Ovelha Perdida. Queres sff rectificar o endereço do Papéis na Gaveta? é que por lapso coloquei um . no final do com É assim: http://www.papeisnagaveta.blogspot.com

    Qual o email para te enviar colaborações(poemas), para não estar a ocupar este espaço dos comentários?

    Um grande abraço
    João

  7. Prezado amigo

    A internet é considerada uma zona livre sem fronteiras, é muito agradavél navegarmos nesse universo de informações e encontrarmos informações saudaveis ao nosso espirito.

    O que poderia ofertar-lhe alem de meus sinceros votos de prosperidade.

    Abraço fraterno

    Walter Labba

  8. Obrigado pelo estímulo.
    O meu abraço.

    Brissos Lino

  9. Neste blog também existem links interessantes sobre o tema:

    http://linksinteressantes.blogspot.com/

  10. HELLOOOOOOO, much I’m trying to develop a blog newspaper in which the articles are written by blogger WordPress (or to limit if you do not have time can I you myself when an article by your blog and they to your blog…).
    The blog newspaper was born with the intention to give greater visibility to your blog and the people who search the Web to find articles of greater quality in a single place (having regard to the thousands of blog born every day…). If you go exchange links with blog newspaper contact me as well. I thank you advance and to http://www.giornale.fm soon

  11. Amado, publiquei três poemas teus no Poesia Evangélica. Siga o link:

    http://www.poesiaevanglica.blogspot.com

    Um fraterno abraço do irmão e conservo

    Sammis Reachers

  12. Publique à vontade todos os meus poemas que quiser (mencionando a fonte, como fez), e obrigado pela divulgação.
    Abraço fraternal.

    Brissos Lino

  13. Amigo Lino,
    acredito que posso te chamar assim, afinal amizade é nosso última rendição, dos sentimentos, talvez, o de maior apreço.

    Encontrei teu blog visitando uma amiga que temos em comum, Verônica de Nazaréth, não disse a ela que viria aqui e, tampouco, pedi licença, se for intromissão minha, perdoe-me.

    Teu blog está entre os cinco melhores blogues que já visitei, quanto conteúdo, quanta beleza estética…rico e simples, coisa rara de se ver neste mundo virtual.

    Comecei a ler e me encantei. É desses espaços que temos vontade de participar… se percebe que vale a pena estar aqui.

    Deixo aqui um de meus escritos…

    “ter pertença”

    um dia, a conversarem comigo
    sobre coisas miúdas,
    (estas coisas ajuntadas no momento)
    me disseram que eu tinha pertença
    por coisas simples.

    eu nunca pensei na palavra pertença
    deste modo…
    as palavras têm caras diferentes,
    para quem fala e para quem as escuta.
    (é preciso ter cuidado com elas!)
    “ter pertença” explica para mim
    muitas coisas que não tinham palavras
    para serem ditas.

    ter pertença,
    pertencer,
    sem saber… pertencer.
    estar envolvido,
    comprometido,
    ser,
    ter…
    é querer a responsabilidade do mimo,
    do trato,
    da comoção.
    sentir a mesma dor,
    sentir o mesmo amor
    e chorar a angústia e a alegria.

    “ter pertença” ao chão,
    à chuva,
    as coisas carregadas pela chuva,
    à noite,
    ao choro,
    ao sorriso,
    à compreensão, mesmo desatinada,
    ao senso relativo e imparcial,
    à humildade de saber que, no fim,
    todos serão iguais aos passos lentos
    daquele que não pode mais
    o voo de garça ou ao passo rápido,
    que no caminho alcançou e carregou
    aquele que só podia admirar o horizonte.

    ter pertença é cuidar do pertencido
    como se cuida de um pássaro na palma da mão.
    (querê-lo preso,
    mas ter as mãos abertas permitindo a viagem…)
    é este amar profundamente com os olhos,
    emocionar-se com as pequenas e grandes coisas,
    com a imagem daquele que chora
    com os filhos nos braços,
    daquele que traz no rosto a agonia do percurso,
    daquele que, mesmo sendo nada,
    se joga no combate,
    daquele que aceita o desígnio,
    o julgo e segue ao cadafalso.

    ter pertença…
    amar, simplesmente, por amar
    (sentir no coração a humanidade).

    daufen bach.

    (um grande abraço a ti).

  14. Obrigado pelas palavras de apreciação. Acabei de publicar o teu poema no “Ovelha”.
    Abraço

    bl

  15. Parabéns Brissos. Está extraordinário mesmo.
    Um abração enorme.

  16. Obrigado, amigo.

  17. Brissos,

    Um poema sobre temática mmmééé, cujo sujeito poético é uma ovelha… perdida. Surgiu-me a ideia ao responder ao comentário do João Tomaz aqui sobre o “Escudo da fé”.
    Para publicares, se assim o entenderes.

    Abraço

    Rui

    PASSOS

    Provérbios 20:24 “os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; o homem, pois, como entenderá o seu caminho?”

    nem sempre sou confortado pela vara e pelo cajado
    olho em redor
    em vão
    não estás.

    o pastor toca com a vara e empurra a ovelha
    gentilmente
    na direcção que ele requer
    assim me guias ou guiavas,
    ou pensavas que me guiavas
    mas deixei de ver
    a brilhar nas sombras
    ou descansando sob uma árvore
    enquanto eu me regalava no verde

    mas o pastor nem sempre está
    as nuvens negras cobrem-no
    com o aguaceiro e a trovoada
    certamente não virá
    a buscar a ovelha perdida
    e só

    a apreensão engole-me
    com dentes e uivo de lobo

    até que me lembrei de algo que li:
    entenderá o homem o seu caminho?
    é o Senhor quem dirige os seus passos
    mesmo na ignorância do homem

    eis que o pastor
    contra a mente turvada da ovelha
    dispôs no chão uns marcos umas pedrinhas

    regularmente
    numa certa direcção
    como as contas do colar de Ariadne
    ensinam os passos à ovelha
    para a liberdade do labirinto
    e do vale da sombra do Minotauro

    Herserange 13/10/09

  18. Réquiem sob os céus

    Aquele cheiro nauseante impregnava o ar
    miasmas fétidos de almas mortas jazendo
    pelas sendas dos caminhos
    Podia ver a dor nos olhos deles e ouvir o som
    fúnebre de seus corações
    qual réquiem sob os céus

    A noite se estendia entre sons e estrondos altissonantes
    Os gritos da impiedade ressoam e os tambores cheios de sangue
    aguardam o tombar de outros guerreiros

    Sórdida sina esta dos homens sem Deus
    Todos loucos, desvairados em sádica revolta contra si mesmos
    Nesta trágica cena de mórbidos lampejos
    Observo silente o desfecho da refrega

    Oh! Não sou daqui, sou apenas poeta
    Profeta de sonhos e de liças
    Num recanto de sonhos e de dores
    No mundo sou apenas viajor

    Não queiram persistir nesta senda
    ou sereis todos de igual modo destruídos
    pelos tambores do ódio e da guerra
    Dos quais ferozmente já ouço os ruídos

    Ante o sol pus a minha tenda
    e ao brilho da lua encenei meu lidar
    Qual será o último poema deste mundo
    Em triste cantar?

    Sou apenas poeta e um aprendiz nas veredas do orbe
    Perseguindo a cidade celeste
    Além das dores e desprazeres daqui.

  19. Irmão Brissos, que a paz de Cristo seja contigo! Tenho lido as poesias postadas no “Ovelha Perdida”. Todas são muito belas e profundas. Este blog tem sido uma grande benção para minha vida, bem como uma utilíssima fonte de cultura e conhecimento. Acima, postei um poema que escrevi recentemente. Espero que goste. Se possível peço-lhe a sua impressão crítica sob o mesmo. Em quais aspectos devo melhorar?

  20. Acho que tem potencial para escrever Poesia, se ler bons poetas.
    Por vezes nota-se a preocupação (ou tendência) para querer rimar num poema sem rimas. Não é necessário nem conveniente, visto parecer forçado. Ex:
    ” (…) e ao brilho da lua encenei meu lidar
    Qual será o último poema deste mundo
    Em triste cantar?”
    Abraço. Continue.

    Brissos Lino

  21. Silente no meu universo envolto
    Perfaço a trilha de sonhos dourados
    no afã de romper calabouços
    e a fúria de sonhos indomados
    Sou poeta em um mundo onírico
    sigo a trilha de mistérios e odisséias
    não sou levado por fátuos panegíricos
    mas prossigo ao sabor das epopéias
    O sonho é o embalo dos artistas
    o doce soneto dos loucos
    que mergulha na alma dos contistas
    dos quais cada um tem um pouco
    Ele é a pena que atiça a inspiração
    em voraz e cândido átimo
    Eu me solto no vácuo da emoção
    e descubro um universo em átomos
    Se a trilha é assaz distante
    no afã de encontrar verdades
    neste mundo sou apenas diletante
    dos sonhos que completam a arte…

  22. Irmão Brissos, escrevi este outro poema acima que tem como título Sonhos. O que acha? Gostaria apenas de fazer-lhe uma outra pergunta. Este tipo de poema rimado esta em desuso?

    Um grande abraço e fique na paz!

  23. As ovelhas

    Seguem-te as tímidas ovelhas
    amparadas por seu doce olhar
    terno em cuidados
    Nos percalços do caminho lá se mostra presto
    a socorrer os passos da que manca

    Do orvalho guarda seu rebanho
    tem coração nobre o generoso zagal
    Demonstra denodo ao cuidar das fracas
    jamais declina seu olhar de Pai

    Se perigos mil na senda espreita
    acalenta e livra em assaz manobra
    e assim do rebanho não se estriba
    em nenhum momento pisca os olhos indolente

    O lobo voraz bem perto chega
    horror e dor
    real tormenta
    Mas eis a voz que ecoa e espanta
    o vil matreiro ser do mal

    Assim dispersa num fragor
    os medos latentes de sua grei
    e conduz impertérritos ao seu redil
    as ovelhas do seu lidar

    No aprisco eis unidas
    num regaço de ternuras
    ali presentes as guardadas
    e agora trânquila
    a ovelha perdida.

    Irmão Brissos,escrevi esta poesia em homenagem ao Ovelha Perdida pelos seus 200.000 acessos. Que pela graça de Deus, outros dobrados 200.000 possam vir. Parábens!

  24. Parece-me interessante. A rima está hoje em desuso, se compararmos com o antigamente, mas há formas poéticas que a continuam a usar. O segredo está, a meu ver, em nunca se ficar refém da rima.
    Abraço e bênçãos,

    bl


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