Palavras perdidas (1330)

“O problema (do SNS) está nos recursos humanos. É preciso criar condições para contratar bem e trabalhar. O sistema público não se pode pôr em paralelo com o sistema privado porque sai mais barato. Enquanto o SNS quer prevenir a doença, o privado vive da doença. Estão em conflito e é muito difícil serem parceiros. O privado é hospitalocêntrico, é uma oficina que vive de haver carros avariados.”

(Alexandre Castro Caldas, Jornal I)

Palavras perdidas (1329)

“Quando a juventude emigra por necessidade, está a dizer que não acredita no presente.[...] Os da minha geração também não acreditam no País. A unidade nacional não se mantém com este nível de desemprego, miséria e pobreza que não se entende”.

(Ramalho Eanes, Colóquio Expresso)

Palavras perdidas (1328)

O que interessa é que a Casa da Democracia, onde todas as semanas ouvimos disparates eleitoralmente mandatados, mostrou que tem medo de ouvir, em cerimonial, uma reprimenda, eventualmente idiota, possivelmente acertada, dada por um militar reformado com mais de 70 anos. O primeiro problema da Assembleia da República com os Militares de Abril, portanto, é ter medo do que eles dizem. Os deputados são cobardes.”

(Pedro Tadeu, DN)

Merkel lixa Barroso: a zanga das comadres

barroso-merkel-g20-031111352140bf_400x225

 

 

Austeridade é culpa da cegueira de Bruxelas e presidente da Comissão Europeia devia ter nomeado comissário para a Grécia

Zangam-se as comadres, sabem–se as verdades. Afinal a austeridade sacrossanta que castiga países como Portugal não é culpa de Merkel ou de Schäuble, os maus da fita para mais de metade da Europa. Não. A culpa é de Bruxelas, da Comissão Europeia e do incompetente presidente Durão Barroso. Pela segunda vez em menos de um mês, o verniz voltou a estalar entre a Alemanha e Bruxelas, deste vez em sentido totalmente contrário ao da posição de Berlim quando o presidente da Comissão Europeia disse que já bastava de austeridade. Quarta-feira, num encontro informal em Berlim com jornalistas, Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças alemão, afirmou que os programas de ajustamento da troika são demasiado rígidos e com pouca flexibilidade, criticando Durão Barroso por não ter nomeado um comissário europeu para a Grécia. Já Angela Merkel, que também participou na reunião, defendeu que o pacote de 6 mil milhões de euros para promover o emprego jovem na UE deveria antes ser utilizado para pagar reformas, de forma a serem criadas vagas nos empregos já existentes.
As afirmações dos dois dirigentes alemães surgiram no mesmo dia em que foi tornado público que o produto interno bruto (PIB) da zona euro contraiu 0,2% nos primeiros três meses de 2013, o que representa a sexta queda trimestral consecutiva, naquela que é a maior e mais longa recessão desde a criação do euro. Nove destas 17 economias recuaram enquanto o PIB no conjunto dos 27 estados-membros contraiu 0,1%.

Ler o artigo completo aqui.

 

A inconseguida

2011-10-28-assuncao-esteves-presidente-da-assembleia-da-republica-lusa

 

 

Assunção Esteves chegou a presidente da Assembleia da República depois do erro de casting que foi a escolha de Fernando Nobre. A sua indicação, por parte do PSD, foi bem recebida pelos restantes partidos. Não havia como não ser: jurista brilhante, tornou-se a primeira mulher a chegar ao cargo. O pior foi depois. Desde que tomou posse, Assunção Esteves acumulou uma série de polémicas e tomou inúmeras atitutes que não se limitam a colocá-la em causa: desprestigiam o cargo que ocupa. A declaração infeliz sobre os militares de Abril é apenas a último dos casos. De memória houve os episódios sobre o acesso às galerias do parlamento, as declarações sobre a transladação para o Panteão Nacional, etc.

Ler o resto do artigo aqui.

“Alegrai-vos porque já achei a minha ovelha perdida” (Lc 15:6); “Ovelhas perdidas foram o meu povo, esqueceram-se do lugar do seu repouso” (Jr 50:6).

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 348 outros seguidores

%d bloggers like this: