Poema marítimo

Nasce do mar tanta espuma.

O mar parte os seus cristais
e o ar não é navegável
ao olhar mais profundo,

nasce tanta espuma do mar,
aflora e vem precedida
do veludo das ondas,
do látego do vento,

como uma luz irregular
salpicando o perfil azul da aurora.

4-5-2008

© João Tomaz Parreira

Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s