Palavras perdidas (1197)

“Uma análise mais fina e detalhada talvez permitisse outras conclusões (acredito, por exemplo, pelo que analisei na altura, que num outro diário de referência existiu mesmo uma “secção laranja”, havendo nela quem depois fosse recompensado com confortáveis cargos no aparelho de Estado, tal como já antes tinha verificado a passagem directa de jornalistas para assessores de políticos eleitos cujas campanhas tinham acabado de cobrir). Mas o que quero aqui demonstrar é que, na realidade, essa independência não existe.”

(Joaquim Vieira, Público)

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