Palavras perdidas (1233)

“O debate sobre o cumprimento dos contratos de associação não tem nada a ver com a liberdade de escolha. Trata-se apenas de acabar com uma anormalidade que nunca constou dos objetivos dos ditos contratos, que é o Estado financiar escolas privadas ao lado de escolas públicas subocupadas, esbanjando recursos de todos e pagando duas vezes o mesmo serviço na mesma zona, como acontece em Leiria ou em Coimbra de forma flagrante. Pagar nestas condições determinados colégios é até, de um ponto de vista liberal, uma distorção da “livre concorrência” que os defensores do privado supostamente advogam: os contratos de associação financiam um colégio em particular e não cada aluno independentemente da escola privada que escolha na mesma zona.”

José Soeiro

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