Chegámos a Paris

 

Portugal está na final do Euro 2016.
Como sempre disse esta selecção tem mais facilidade em jogar com equipas que saibam jogar o jogo pelo jogo e que não ponham o autocarro à frente da baliza. A melhorar de jogo para jogo, Portugal chegou a Paris, à grande final, para surpresa dos críticos  do costume.

CR7 bateu mais alguns recordes (é favor procurar a lista), a UEFA nomeou-o “homem do jogo”, marcou um golo soberbo e fez a assistência para o segundo. Correu, defendeu, lutou, tal como toda a equipa. Percebeu-se que havia uma preocupação muito forte com a táctica – presente em todos os jogadores portugueses – em não deixar a equipa ficar exposta a situações perigosas, em especial por Gareth Bale, o que fez exasperar quem estava a ver o jogo de fora. Mas o cinismo faz parte do futebol. Já passou o tempo das vitórias morais. Agora é para ganhar. Mesmo. Mas a verdade é que já ninguém nos tira o lugar de segunda equipa melhor da Europa (vice-campeã). Mas não chega. Queremos mesmo o caneco.

 

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