A ressurreição de Lázaro

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A ressurreição de Lázaro - Rembrandt, Harmensz van Rijn (1630/31)
Óleo sobre tela, Museu de Artes do Condado, Los Angeles.

 

 

Já choramos o bastante a morte, a vida

Deve tomar o seu lugar

As vestes e as sandálias ainda servem

É preciso encontrar um amor

Que não havia, fazer memórias, outras páginas

Vai, Lázaro, nas asas douradas dos olhos

Vai, goza as sombras tépidas das antigas oliveiras

Os  suaves perfumes dos lírios nas searas e no vento

Vê de novo as alegrias.

 

02-10-2016

©  João Tomaz Parreira 

1 comentário a “A ressurreição de Lázaro”

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