No momento certo

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Em pleno Advento é bom recordar que o assunto do Natal não é o Pai Natal, nem as prendas ou a mesa – é o Menino, a pessoa de Jesus.

O Antigo Testamento apresenta-nos vários textos bíblicos messiânicos, relativos a Jesus, como estes, dentre outros:

Isaías 7:14: “Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.”

Isaías 9:6: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”

Miqueias 5:2: “Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”
Zacarias 9:9: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta.”

Durante séculos houve uma ânsia entre o povo do antigo Israel, pela vinda do Messias. Mas quem seria esse Messias? Seria um descendente do rei David, que reconstruiria a nação de Israel e restauraria o reino de David, trazendo paz ao mundo.

Pelo menos mais de vinte indivíduos apresentaram-se publicamente, antes de depois de Jesus, como sendo o Messias de Israel. Praticamente todas as mulheres jovens no Antigo Israel ansiavam vir a ser a mãe do Messias prometido pelos profetas.

Os cristãos sabem que o Messias é Jesus de Nazaré. A palavra grega “Cristo” significa “ungido, consagrado, libertador”.

A vinda do Messias tardou? Para os cativos na Babilónia, na Assíria, para os subjugados pelo Império Romano, para os que viram o Templo destruído, os muros de Jerusalém abatidos e as portas queimadas, certamente tardou. Aliás, os judeus ainda hoje esperam por ele. Mas a verdade é que o Messias veio no tempo certo: Gálatas 4:4 – “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. A expressão “plenitude dos tempos” confirma a espera da humanidade pela sua salvação e a concretização desta obra pelo Filho de Deus, no momento designado por Deus.

Jesus não veio tarde, nem cedo, veio no tempo determinado por Deus. Até porque o conceito de tempo de Deus é radicalmente diferente do nosso: “um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pedro 3:8). Assim como Jesus de Nazaré irrompeu na linha da História no momento momento certo, isto é, na plenitude dos tempos, do mesmo modo Ele pode vir à nossa vida hoje, como resposta da compaixão do Pai pela humanidade.

Um Santo e abençoado Natal.

 

Fonte: José Brissos-Lino, O Setubalense, 23/12/16.

 

 

 

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