Saúde mundial e interesses políticos

Assim se percebe porque o mundo está como está:

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1794590-EI8141,00.html

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Assim não dá luta

Bem sei que a procissão ainda vai no adro mas, a continuarem as coisas assim, o F. C. Porto arrisca-se a ser campeão de novo esta época.
O Benfica ressente-se da ausência de Simão e ainda não encontrou consistência de grupo, e o Sporting idem. Como se sabe as camisolas não ganham jogos. Se fosse assim o Benfica já era campeão antecipado com a nova camisola (rosa), que tem sido um sucesso de vendas.

Morreu o homem do sétimo selo

O lendário realizador sueco Ingmar Bergman faleceu hoje, aos 89 anos, na sua casa na ilha sueca de Gotland. Figura incontornável do moderno cinema europeu, Bergman foi distinguido, ao longo da carreira, com três Óscares, entre 1961 e 1984.
Dentre os mais de 40 filmes que realizou consta «O Sétimo Selo» (1957), a preto e branco, obra que pinta o ambiente medieval, no tempo da peste, da Inquisição e das Cruzadas, retratando a forma como a instituição Igreja controlava as pessoas e as consciências através do medo, em ambiente apocalíptico. Mas também as questões existenciais e a desilusão decorrente da morte do romantismo cruzadístico. Uma obra fantástica e perturbadora. A rever.

O tempo

Martin Luther King disse um dia: “Se eu soubesse que o mundo terminaria amanhã, hoje ainda plantaria uma árvore.”
Toda a gente se queixa da falta de tempo, mas o tempo é aquilo que se faz com ele.
Há quem não saiba gerir o seu tempo, há quem clame por mais tempo, há quem desperdice tempo, há quem não saiba valorizar o tempo de que dispõe, há quem tenha as prioridades trocadas, há quem não dê pelo tempo passar, e há quem deseje fazê-lo parar.
A Bíblia ensina a não gastar dinheiro com aquilo que não é pão, que não pode satisfazer. Ora, como o tempo é dinheiro, diz o povo e muito bem, logo, gastar tempo inutilmente é deitar dinheiro à rua.
Não será?

Maioria absoluta

Segundo sondagem da Marktest para o DN e a TSF relativos ao mês de Julho, o PS parece ter recuperado o fôlego para uma maioria absoluta em legislativas. O partido do Governo subiu quatro pontos nas intenções de voto relativamente ao mês anterior, atingindo os 44%. Em Junho, os socialistas tinham dado um tombo na popularidade junto dos portugueses.
Como o que está a dar é dizer mal do governo, convém dar destaque de primeira página às asneiras da governação ou aos artigos catastrofistas de Manuel Alegre, e menosprezar (remetendo para o interior) a notícia importante, que é esta: de acordo com o estudo, os portugueses voltariam hoje a dar a maioria absoluta a Sócrates e ao PS.
Assim como, ainda de acordo com o barómetro, o PSD não aparenta ter-se ressentido do descalabro de Lisboa, mantendo as intenções de voto.

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“Alegrai-vos porque já achei a minha ovelha perdida” (Lc 15:6); “Ovelhas perdidas foram o meu povo, esqueceram-se do lugar do seu repouso” (Jr 50:6).

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