Alerta contra o cibercrime

Atenção às manobras do cibercrime. Aqui:

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=46182

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Uma questão de azar

Um homem estava em coma há algum tempo. A mulher ficava à sua cabeceira
dia e noite. Um dia o homem acordou fez sinal à mulher para se aproximar e sussurrou-lhe:
– Durante todos estes anos estiveste sempre ao meu lado. Quando a minha empresa faliu, estavas lá a apoiar-me. Quando perdemos a casa, ficaste perto de mim. E quando fiquei com todos estes problemas de saúde, acompanhaste-me sempre. Sabes uma coisa?
Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas: – Diz, amor.
– Acho que me dás azar…

E depois os Portugueses é que são ignorantes…

Yves Leterme, o mais que provável futuro primeiro-ministro do país, não só não soube explicar o que celebra o Dia Nacional da Bélgica, como cantou, sem hesitar, a Marselhesa, o hino da vizinha França, quando lhe pediram para entoar o hino do seu país (a Brabançonne). Impagável.

http://www.youtube.com/watch?v=ABTR2Xe_sGw

Provar o próprio veneno

Na linha do que já tínhamos defendido, em post editado ontem no “Ovelha”, Pacheco Pereira é ainda mais incisivo e objectivo, no seu “Abrupto”:

A história das “condições em que se exerce a actividade política em Portugal”, que Paulo Portas levantou como um útil desvio de atenção para os resultados do PP em Lisboa, merece atenção de per si. Provavelmente, a que ele não desejaria, mas merece. É verdade que pela utilização cirúrgica das fugas de informação se pode perturbar o processo político de forma pouco transparente. Isso faz-se há muitos anos, e tem uma origem e uma escola, a do Independente de Paulo Portas, que viveu os seus tempos de glória em conúbio com as fontes da Procuradoria Geral da República para exactamente moldar as “condições em que se exerce a actividade política em Portugal”. O Independente foi o iniciador, o melhor praticante, e o principal responsável pela utilização de fugas de informação para perseguir pessoas por razões políticas. Que me recorde, Paulo Portas nunca disse uma palavra distanciando-se dessa actividade de uso de fugas de informação com que preparou e iniciou a sua carreira política.

“Alegrai-vos porque já achei a minha ovelha perdida” (Lc 15:6); “Ovelhas perdidas foram o meu povo, esqueceram-se do lugar do seu repouso” (Jr 50:6).

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